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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

postheadericon Escrevi um livro. Qual o próximo passo? Registre no Escritório de Direitos Autorais



Eu já recebi e-mails pedindo para que eu explicasse a respeito do registro de direitos autorais na BN. Então, pensei em fazer um post no blog justamente para destacar o quanto é imprescindível salvaguardar as nossas obras.

Você escreveu um livro durante meses ou até mesmo anos e não quer ver alguém se apropriando da sua obra por aí, não é mesmo? O próximo passo, sem dúvida, será providenciar todos os documentos necessário para dar entrada no requerimento de Registro no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional.

É bom frisar que as ideias não são objeto de proteção como direitos autorais de que trata a Lei 9610. Ou seja, se você compartilha a sua ideia sobre um projeto literário para alguém e não trabalhar nela posteriormente, é possível que se apropriem disso, já que ideias não têm direitos autorais. Daí, a importância de você fazer o máximo possível para  consignar por escrito a ideia, seja através de e-mails, anotações, entre outros recursos, para que você assegure os seus direitos de autor.

Se você também é um autor novato e acabou de concluir o seu livro, registre o quanto antes o seu original na Biblioteca Nacional. Infelizmente, existem profissionais mal intencionados também no meio literário e que poderão ludibriar os incautos com falsas promessas de intermediar a viabilização da publicação de suas obras junto as editoras. Entendo que a ansiedade poderá tomar as rédeas da situação, mas procure pesquisar bastante, consultar outras pessoas do setor em busca de referências e pesquise por um serviço de agenciamento sério e idôneo. Custa pouco se precaver, acredite. O manuscrito é o seu bem mais precioso, fruto do esforço e dedicação empregados durante determinado período de tempo para a sua concretização, por isso não pense duas vezes antes de resguardar o que é seu por direito.

Como proceder:

Basta acessar o site da BN, em:  AQUI

Acesse o link do Requerimento de Registro ou Averbação e imprima o formulário. Preencha todos os campos em letra de forma em que está escrito: (a serem preenchidas pelo(s) requerente(s)) 
Preencheu? Providencie a cópia do seu RG, CPF e comprovante de residência. 
Imprima o boleto do GRU para fazer o pagamento da taxa cobrada em qualquer agência do Banco do Brasil. Veja nesse link a tabela com os valores AQUI

Tire a cópia da obra inédita (não publicada), encaderne-a e rubrique todas as suas páginas. Importante: TODAS as páginas devem estar numeradas. Eles não aceitam se tirar cópia como frente e verso, deverá ser uma página por folha.

Tudo pronto? Verifique antes se existe um Posto Estadual do EDA mais perto de sua casa AQUI
Em Salvador, eu fui até a Biblioteca Pública da Bahia com toda a documentação necessária e a cópia do manuscrito para não gastar dinheiro com os Correios. \o/
Caso não exista na sua cidade um Posto Estadual do EDA você poderá enviar para a sede da Biblioteca Nacional por por Sedex ou Carta Registrada, no seguinte endereço: 

Escritório de Direitos Autorais – Palácio Gustavo Capanema – 
Rua da Imprensa, Nº 16, sala 1205. 
Castelo – Rio de Janeiro – RJ. 
Cep 20030-120.  

No site tem a relação das cidades que possuem um posto que representa a BN para fazer o registro da obra.

Você irá receber a sua via do protocolo de solicitação do registro. Guarde-a com você!! O prazo de recebimento do Certificado é de até 90 dias. Caso não receba, você tem até 6 meses para fazer a cobrança. O registro de Menina Veneno e A Herdeira recebi em torno de 30 dias.  

Está pensando em fazer alguma alteração na sua obra como acrescentar conteúdo, suprimir conteúdo, ou até mesmo alterar o título? O procedimento para a averbação de um registro já existente será o mesmo. Eu mesma terei que fazer isso, pois decidi reescrever A Herdeira. Estou levando em conta as sugestões e críticas construtivas relatadas nas resenhas das blogueiras que leram o manuscrito no BT. Quero fazer o máximo possível para tornar o livro ainda mais consistente e sem pontas soltas, de forma que algum dia ele possa estar à disposição dos leitores.

Espero ter ajudado, mas se persistir alguma dúvida, não deixe de perguntar nos comentários.

Até à Próxima!!


terça-feira, 10 de julho de 2012

postheadericon A maldição da "Trilogia de Cinco"

Olá, caros leitores!


Não costumo criar posts polêmicos no blog, esse nunca foi meu objetivo ao criá-lo é claro, mas eu percebi recentemente e com muito pesar, que os livros que estavam previstos para serem apenas uma trilogia passou a incluir no projeto mais dois livros 'extras' para finalizar. De Trilogia, passou para a Pentalogia em questão de meses, muito provavelmente por causa do enorme sucesso no mercado editorial, e que talvez o autor não tenha imaginado tamanha repercussão em sua obra a ponto de achar necessário protelar o fim da saga.  

Um exemplo recente é a série A Maldição do Tigre da autora Collen Houck. Outra série que também seguiu a tendência é As Crônicas de Gelo e Fogo. Segundo o Wikipedia, a série foi planejada para ter três livros, de três passou para quatro, seis e possivelmente será finalizada no sétimo volume. A série Beijada por um anjo também pode ser mencionada como exemplo, isso sem contar inúmeros outros que empolgaram os seus autores de tal forma a ponto de protelar o inevitável fim de suas séries. Adoro a série PLL, mas confesso que não sei mesmo como a Sara teve a ideia de acabar com o suspense sobre a misteriosa "A" apenas no 12º livro. Porque convenhamos, após a revelação da identidade de "A", isso colocará um ponto final na história.

A mola propulsora dessa tendência certamente é o sucesso que ela fará entre o público a que se destina. Se o primeiro livro vende horrores e passa algumas semanas na cobiçada lista do The New York Times, a editora poderá induzir o autor a planejar mais dois ou quatro livros visando sempre a fidelização do leitor, que passará a querer comprar os demais livros que compõem a série. 
Simples assim!

Foi dada a largada para a produção em larga escala de encheção de linguiça. 
Arraste outro para o inferno!

Muita gente vai querer me jogar pedras depois de ler esse post, mas eu definitivamente não gosto de séries de livros. Essa é uma opinião pessoal, fruto da minha conscientização de que tenho uma estante modesta e com poucas possibilidades de expansão para uma baita biblioteca particular, para que eu possa considerar acompanhar toda e qualquer série de livros interessantes que todo mês pipocam nas livrarias. Rá! Quem me dera, já estou aqui pensando nos livros que fazem parte da "Trilogia de Cinco" e que sequer consegui pegar para ler. O que posso afirmar é que acabei de praticar o desapego com o livro Príncipe Sombrio. Uma série infame de vinte e três - eu disse 23 senhoras e senhores - volumes que já de cara foi lançado em sua primeira edição repleta de erros de revisão e tradução capazes de levar qualquer um ao desespero. Quando em nome de Deus essa série inteira será lançada por aqui? Não acho que vale a pena o esforço e poderia citar vários exemplos de séries que entraram em hiatos de anos entre uma sequência e outra. Infelizmente, alguns são lançados por aqui em doses homeopáticas. Ou você compra as edições lançadas no exterior ou chupa o dedo aguardando a boa vontade e esforço financeiro por parte das editoras. Senta e espera.

Minha estante está pedindo asilo literário. Séries incompletas tomando espaço de livros únicos. Oh, my.

Não posso deixar de falar nos livros nacionais, né? Fica parecendo que os exemplos ficam restritos só aos livros que vem de fora, sendo que por aqui essa modinha também pegou! Rá! Adoro a série Fazendo meu Filme, embora eu só tenha lido apenas os dois primeiros livros, senti que a saga da Fani poderia ter sido finalizada no terceiro livro, no máximo. Sei que muito poderão discordar de mim, mas nem sempre o plot é denso e complexo o bastante para a necessidade de estender o número de volumes. 

Os autores que lançam mão disso, acham mais confortável se dedicar a escrever séries do que desenvolver livros únicos e diferenciados entre si. Adiar o inevitável é sem dúvida o recurso cada vez mais utilizado no meio literário. A possibilidade de encher linguiça nos livros também, é claro. O risco de nadar, nadar, nadar e morrer na praia é enorme.

Estou sem ideias para um novo livro, melhor planejar uma sequência. É mais prático.

Salve-se quem puder. Corra para as colinas de Pituaçu! Séries megalomaníacas à vista.

Poderia discorrer bastante sobre o assunto, mas o post ficaria longo demais, mas vocês já devem ter percebido minha postura totalmente contra ao avanço cada vez maior dessa tendência. Eu não tenho condições mais de investir em séries longas, salvo raríssimas exceções e talvez quem sabe eu ganhe *sonha* na Mega da virada para ter condições de montar uma biblioteca repleta de séries e mais séries de livros. Minha prioridade agora é apostar nos títulos únicos despretensiosos e tão bons quanto. Viva a diversidade! 
Espero que tenham gostado do desabafo, momento confissão literária, desculpem o trocadilho com o nome do blog. hehehe

Por favor, não me jogue pedras. hehehe

E vou apreciar muito saber nos comentários sobre o posicionamento de cada um de vocês que lerem esse post . Respeito a opinião de todos sempre!


Atualizado: Esqueci de mencionar a série Diários do Vampiro da L. J. Smith. Eu li os quatro primeiros livros do que seria inicialmente uma Trilogia. Acho que Reunião Sombria finalizaria bem a série, mas a autora optou por escrever mais livros intitulado O Retorno. O sétimo livro, Meia-Noite, foi lançado recentemente pela Galera Record. Não quis desperdiçar meu tempo e preferi abandonar a série, já que achei muito mediana. A adaptação para a TV é muito melhor na minha opinião.

Até à Próxima!



sábado, 16 de junho de 2012

postheadericon O atrativo visual dos novos livros



Não é novidade que editoras atuais estão cuidando mais do visual dos livros que publicam, afinal o primeiro contato do leitor com o livro é um fator determinante na vendagem dos títulos. As imagens de capa, as letras brilhantes, as cores forte chamam atenção. Mas até que ponto isso é positivo para a literatura? Tirar de cena a história e colocar outros adereços é o caminho? 

O recurso visual também é utilizado por escritores novos com a finalidade de dar o efeito dinâmico aos seus textos. Em livros cuja história é intensa, escritores têm optado por inserir desenhos de personagens, de artefatos e outros para melhor compreensão do mundo no qual se passa a história. Este recurso causa uma interrupção na leitura e uma mudança de perspectiva. Nosso cérebro para de ler e admira a imagem e isso é bom. Acredito que áreas diferentes do cérebro são usadas para identificar figuras e isso enobrece a leitura que passa a ser sentida de outras formas. 

A estratégia pode ser observada no livro As Esganadas de Jô Soares, Crônicasdos Senhores de Castelo de G. Brasman e G. Norris, Corações em Fase Terminal de Fabiane Ribeiro. O livro De Volta à Pangeia do autor Sidnei Salazar que será lançado em Campinas/SP no próximo dia 26 de junho também fará uso do recurso. Ao que parece é uma tendência atual que os livros sejam completados por imagens. 

É de se notar que nossa geração é formada por pessoas acostumadas ao visual. A geração televisiva, a geração “internética”, acostumada ao impacto visual e sonoro. Estas características fatalmente se refletem na literatura, cujos títulos atuais são cinematográficos e visuais. O visual aqui deve ser entendido como um conjunto de fatores perceptíveis pela visão sem necessariamente ser texto. Por falar em texto, não é novidade que sua estrutura também está alterada. Ele se assemelha a um roteiro, é rápido, dinâmico e preza por cenas de impacto. 

São mudanças sutis em alguns casos e extravagantes em outros. Nós leitores somos quem determinamos até onde é proveitoso tais transformações consciente delas ou não. E você, caríssimo leitor do blog Confissões Literárias, o que pensa sobre o recurso visual nos livros atuais? Julga um livro pela capa? Gosta de imagens no interior do livro?

Abraço e até a próxima postagem.

Paul Law
Homem simples que tem alma de menino e uma imaginação fantástica. É, por isso, um menino-grande. Um menino-grande está sempre em busca de alguma coisa; está sempre melhorando nesta busca. Se eles fossem um desenho, seria como se de esboço passassem a um desenho quase finalizado, mas nunca chegassem à arte-final. Também não poderiam, já que a graça de viver é sempre ser assim: alguém que busca algo. Pensou que se escrevesse, talvez conseguisse passar uma mensagem e foi assim, caros amigos, que ele descobriu que as palavras possuem vida e se mexem por aí para formar histórias. Então ele decidiu, além de ser menino-grande, ser escritor. Ester
sábado, 5 de maio de 2012

postheadericon Pirataria de livros digitais, o que você acha disso?


Com o avanço da tecnologia e o acesso à internet, algo que conhecemos bem voltou ao palco da evidência. A pirataria está na moda, está nos jornais, no dia-a-dia das pessoas, tornando-se difícil conviver pacificamente com ela. 

As opiniões se dividem. Há aqueles que entendem que usufruir de material alheio sem lhe pagar a devida contraprestação como errado. Focando no mundo literário, o autor trabalhou tanto para conseguir publicar seu livro e agora que colhe os frutos do que plantou, seu trabalho é distribuído por aí sem que ele receba nada por isso, dizem.  Indo mais longe, a lei brasileira defende o autor e exige que o consumidor de material intelectual ao mencionar o que consome, dê os créditos ao seu dono. Proíbe a reprodução não autorizada visando o lucro. Trocando em miúdos, é ilegal o comércio de livros digitais sem a devida autorização de seu dono legal. 

Mas tem o outro lado da moeda. O acesso à cultura é direito básico do cidadão e está inerente à sua dignidade enquanto pessoa. É dever do Estado (país) fornecer aos seus, cultura adequada e conhecimento. A lei assegura que obras com mais de 70 anos a contar da morte do seu autor caem em domínio público e podem ser reproduzidas sem que se pague Direito Autoral, mas não é o bastante. O leitor hipossuficiente tem o direito de ter acesso à nova literatura sem que precise pagar por isso. Lembrando que é para ele, para o seu uso pessoal e seu engrandecimento cultural. 

Acredito que uma nova legislação atinente às novas tecnologias seja necessária. O autor tem o direito de ganhar pela obra intelectual que cria, mas o leitor tem também o direito de acessá-la sem que precise pagar por isso, afinal estamos falando de cultura não de comércio de peixe, telefone celular. Os livros digitais poderiam ser acessados "em nuvem" (na internet) em um único portal, por tablets ou e-readers. Este portal deveria ser do governo que poderia pagar aos autores o Direito Autoral das obras que disponibiliza para leitura e os autores poderiam cobrar menos ou nada para este fim, afinal ganhariam com a divulgação. Por outro lado, editoras, distribuidoras de livros digitais forneceriam os livros para downloads ao preço que acharem justo. 

E você, caro amigo, o que pensa sobre isso?

  
Sobre o colunista: Paul Law
Paul Law
Homem simples que tem alma de menino e uma imaginação fantástica. É, por isso, um menino-grande. Um menino-grande está sempre em busca de alguma coisa; está sempre melhorando nesta busca. Se eles fossem um desenho, seria como se de esboço passassem a um desenho quase finalizado, mas nunca chegassem à arte-final. Também não poderiam, já que a graça de viver é sempre ser assim: alguém que busca algo. Pensou que se escrevesse, talvez conseguisse passar uma mensagem e foi assim, caros amigos, que ele descobriu que as palavras possuem vida e se mexem por aí para formar histórias. Então ele decidiu, além de ser menino-grande, ser escritor. Ester
sábado, 7 de abril de 2012

postheadericon Lendo mais


 
O leitor atual sabe as novas tecnologias estão mudando o hábito da leitura. Desde a popularização dos computadores essa mudança vem acontecendo e com o advento dos e-readers a mudança se tornou mais acentuada. Hoje, apesar de novidade, a leitura digital já representa boa parte da leitura como um todo e a intenção desta postagem é ensinar a você, caro amigo leitor, a aproveitar essa mudança para ler mais. 

Já ouviu falar em tablet certo? E naqueles baratinhos que não servem para muita coisa e acabam frustrando seus utilizadores? Refiro-me àqueles que vemos em anúncios em sites por aí que custam na faixa de R$ 200,00. Pois bem, um aparelho desse possui uma característica importante para nós leitores. Eles são ótimos e-readers! 

O sistema operacional dos tablets que não são da Apple é o Android e ele possui um aplicativo sensacional para a leitura digital, o Aldinko. Aplicativo leve, grátis que pode ser instalado em todos os tablets baratos. Tá, mas onde acho e-livros para ler? Tenho que comprá-los?

Há sites que disponibilizam epubs de livros que estão em domínio público para os visitantes. Eis um exemplo:


Se você procurar, vai achar várias opções para ler em formato digital. Até mesmo livros novos:


É óbvio que este último site infringe Direitos Autorais, já que as obras são disponibilizadas para serem baixadas sem a autorização das editoras e autores. Vai da índole de quem está lendo utilizá-lo ou não.

Recapitulando, com um tablet simples mais o aplicativo Aldinko e mais o sites indicados tem-se uma verdadeira revolução de leitura. Aparelhos baratos que possuem qualidade aceitável são os da Coby. Bem, é isso. Fica a dica é o desejo de ótima páscoa para todos. 

Abraço.

Sobre o colunista: Paul Law
Paul Law
Homem simples que tem alma de menino e uma imaginação fantástica. É, por isso, um menino-grande. Um menino-grande está sempre em busca de alguma coisa; está sempre melhorando nesta busca. Se eles fossem um desenho, seria como se de esboço passassem a um desenho quase finalizado, mas nunca chegassem à arte-final. Também não poderiam, já que a graça de viver é sempre ser assim: alguém que busca algo. Pensou que se escrevesse, talvez conseguisse passar uma mensagem e foi assim, caros amigos, que ele descobriu que as palavras possuem vida e se mexem por aí para formar histórias. Então ele decidiu, além de ser menino-grande, ser escritor. Ester
sexta-feira, 9 de março de 2012

postheadericon Um livro diferente




Olá, amigos e leitores do Blog Confissões Literárias. Que tal falarmos um pouco sobre livros que possuem características incomuns para um livro ou daqueles que possuem uma abordagem do tema de maneira inovadora e criaiva? 

O livro "O Diário Escondido da Serafina" da escritora Cristina Porto é um livro infantil, ilustrado e de leitura simplificada feito com o intuito de atrair as crianças para a leitura. Até aí nada de diferente certo? A peculiaridade do livro, como o próprio nome sugere, está concentrada no fato de alguns textos e imagens estarem escondidos. Existem páginas dobradas no livro que escondem informações. Ao desdobrá-las, o infante leitor se depara com imagens e textos que complementam ou até mesmo são essenciais para o entendimento da história. A criatividade da autora está fundamentada em usar a curiosidade das crianças.

Não é só. Nas páginas do livro que parece simples, há utilização de texto ritmado (parlendas), ensino dos tempos verbais e marcadores de passagem de tempo. A criança aprende temas complexos do português sem se dar conta, como prega a nova escola de ensino da língua. É um livro formidável.

Já pensou em livros assim voltados para leitores maduros? Livros com páginas em branco para marcarem passagem de tempo ou a ausência da pessoa que narra? Textos secretos, sons e imagens são características de uma literatura visual que ganha força nos dias atuais. Cristina, consciente ou não nos trás estes conceitos em sua obra infantil. 

Abraço. 
   

Sobre o colunista: Paul Law
Paul Law
Homem simples que tem alma de menino e uma imaginação fantástica. É, por isso, um menino-grande. Um menino-grande está sempre em busca de alguma coisa; está sempre melhorando nesta busca. Se eles fossem um desenho, seria como se de esboço passassem a um desenho quase finalizado, mas nunca chegassem à arte-final. Também não poderiam, já que a graça de viver é sempre ser assim: alguém que busca algo. Pensou que se escrevesse, talvez conseguisse passar uma mensagem e foi assim, caros amigos, que ele descobriu que as palavras possuem vida e se mexem por aí para formar histórias. Então ele decidiu, além de ser menino-grande, ser escritor. Ester
sábado, 11 de fevereiro de 2012

postheadericon Retratos da Alma e Fátima Fílon

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Como vão amigos e leitores do blog Confissões Literárias? Vamos para mais uma postagem, está bem?


Não é raridade observar poetas retratarem seus sentimentos com demasiada beleza, não é mesmo? Agora, encontrar um poeta capaz de “poetizar” o cotidiano e as pessoas comuns que o cercam, isso é novidade, isso é o que faz Fátima Fílon.


Autora do livro de poesias Retratos da Alma, a poetisa em questão, que também é Membro da Academia Guaçuana de Letras e colunista no site Capital Mulher, usa a poesia para homenagear pessoas. O livro, que está dividido em sonetos, poesias em homenagens e mais algumas poesias, está repleto de rimas inteligentes e mensagens relevantes. Fátima Fílon se mostra uma poetisa consciente do seu papel incentivador num mundo cansado do egoísmo. 


Especialista em Literatura de Cordel (para saber o que é Cordel, clique aqui), a poetisa carrega seus escritos com ritmo e harmonia. De linguagem simples e voltada para a compreensão das crianças em idade escolar, Retratos da Alma é uma tentativa válida de trazer a poesia para o nosso dia-a-dia.
Fátima tem um projeto social muito bacana em Mogi Guaçu. Ela visita as escolas para falar de poesia e apresentar seus Cordéis com a finalidade de despertar as crianças para a poesia. “Onde há poesia a violência não entra!”, é a frase da própria poetisa.





Para conhecer clique!
Comprar o livro Retratos da Alma:


Abraço!


Paul Law
sábado, 14 de janeiro de 2012

postheadericon Confissão Literária: O Diário de Milena Liebe - Os Sekvens


Olá, meus amigos do blog Confissões Literárias! Espero que todos tenham passado bem pelas festas de final de ano e desejo que este ano seja ainda melhor que o passado. Aproveito para pedir desculpa pela demora com as postagens, mas eu também estava de férias. Hoje, na coluna Confissão Literária, vamos falar um pouquinho da obra do autor brasileiro Denir P. M. Junior, que tal?

Denir P. M. Junior é membro do Clube dos Novos Autores e o autor da saga “O Diário de Milena Liebe”, cuja proposta principal é narrar os acontecimentos da vida da personagem que dá nome aos livros. Milena tem uma vida diferente e interessante…

Os Sekvens é o subtítulo do primeiro livro da saga e narra os dias finais de Milena Liebe, jovem de dezoito anos que está com câncer e não tem mais que alguns meses de vida. Montado propositalmente pelo autor para parecer um diário particular, a obra é dividida em capítulos/dias e mostram a angústia de quem espera o fim da vida. Entretanto, tudo muda quando Milena conhece Eduardo, um médico e cientista disposto a ajudá-la.

Um livro peculiar, é minha primeira observação. Não havia lido nada do tipo e fiquei surpreso com as possibilidades exploradas pelo autor, vez que inicialmente o livro parece apenas narrar o fim de uma prematura vida. Entretanto, com o avanço da narrativa a perspectiva do leitor muda bruscamente e outros temas são explorados. Há uma quebra acentuada logo após a participação efetiva do personagem Eduardo.

Temas importantes são levantados pelo autor, tais como as implicações de quem pode fazer algo para melhorar a sociedade ou ainda a distorção das coisas pelo envolvimento do dinheiro. O autor se empenha e consegue nos deixar uma mensagem importante.

O livro é extenso e chega a ser cansativo em alguns pontos, dada a narração em forma de diário adotada. É que todos os acontecimentos da vida de Milena são mostrados e isso pode ser monótono para leitores que buscam intensidade. A originalidade do autor está inserida em muito texto o que, em minha opinião, poderia ser melhor trabalhado.

O projeto gráfico é bem feito, bonito, apesar de a imagem de capa não ter nenhuma ligação com a história contada. Em suma, “O Diário de Milena Liebe – Os Sekvens” é um livro de proposta inovadora e de narrativa original, que vai além de uma história, mas que poderia ser contada de forma mais intensa. Esta parte final é minha opinião de leitor. Ainda como leitor, recomendo a leitura do livro e o acompanhamento da saga que está em seu terceiro volume.

Abraço e até a próxima postagem!

Mais do autor

Site: http://milenaliebe.webnode.com.br/blog/

Blog: http://melissaliebe.blogspot.com/

Skoob do Livro: http://www.skoob.com.br/livro/169028-o-diario-de-milena-liebe

By Paul Law.
sábado, 10 de dezembro de 2011

postheadericon Novos recursos, Literatura Nova

Saudações, amigos do Blog Confissões Literárias. É com muita satisfação que dou seguimento à coluna Confissão Literária, espaço destinado a comentar as novidades do mundo da literatura. Quando a postagem entrar no ar eu vou estar lançando o meu 3º livro, La Bandida na Livraria Nobel, espero que torçam por mim! Vamos à postagem?

Tenho observado alguns recursos novos sendo utilizados na literatura e isso me agrada bastante. O recente livro do badalado Jô Soares é um exemplo (minha opinião sobre ele pode ser lida aqui). Este livro utiliza ilustrações-símbolos para ajudar o leitor a mergulhar no ambiente da história. Quando estamos lendo, observamos a imagem e mergulhamos no contexto que o autor quer que experimentemos. Isso, unido ao fato de o livro ser narrado no presente, dá um dinamismo acentuado ao texto.

Este recurso já vem sendo utilizados por autores menos conhecidos, como é o caso da escritora Fabiane Ribeiro em seu livro “Corações em Fase Terminal” (minha opinião sobre o livro dela pode ser lida aqui), mas passou a ganhar notoriedade com “As Esganadas”. A verdade é que autores famosos já se baseiam em autores novos para inovarem seus textos, o que é positivo.

Outro exemplo bacana de utilização recursos novos, é o livro eletrônico “O Legado dos Dragões” do autor Leonardo Schabbach, distribuído gratuitamente pela Mutuus Editora. Nele, o leitor pode ouvir a trilha sonora do trecho que estiver lendo, se o seu PC estiver conectado à internet. Quer experimentar? Baixe o livro no link:


A Literatura Nova é isso. Recursos gráficos, sonoros, texto dinâmico, enredo cinematográfico, tudo voltado para entreter e divertir a gente. E você, como leitor, o que acha disso?
Abraço e até a próxima postagem.


By Paul Law.

domingo, 20 de novembro de 2011

postheadericon Confesso que gostei de "Corações em Fase Terminal"

Fabiane Ribeiro - Corações em Fase Terminal - capa frente

Olá, amigos do Confissões Literárias! Continuando com a nossa coluna, hoje trago mais uma postagem da série "Confesso que gostei". Esta série tem o objetivo de apresentar obras de autores nacionais que não são muito conhecidos. É uma maneira de ajudar o pessoal a ver o talento dos nossos autores. Que tal experimentar essa leitura?  




Corroborando com o que está acontecendo na literatura atualmente, “Coração em Fase Terminal” da promissora escritora Fabiane Ribeiro, nos trás toda a intensidade de uma boa história. Rápida, sentimental, metafórica e surpreendente, a obra nos leva para dentro de nós mesmos.


O livro relata os acontecimentos da vida de Cátia, uma jovem universitária cuja vida desregrada e sem limites acaba levando-a ao álcool excessivo e ás drogas. Algo comum atualmente, posto que há muitos jovens em “Fase Terminal” de existência devido ao abuso com a liberdade.


Prestes a ter sua existência ceifada precocemente, depois de adormecer Cátia se vê em um lugar peculiar, a Cidade dos Corações onde tudo tem por modelo o órgão vital humano. As nuvens, as árvores são em forma de coração. Neste estranho local, ela se depara com a inusitada tarefa de cuidar literalmente do seu coração que está dentro de uma caixa dourada e todo manchado. Isso mesmo, na Cidade dos Corações, todas as pessoas possuem seus corações fora dos corpos, dentro de Caixas Sagradas e devem curá-los para poderem fazer a Travessia. O ambiente do livro está descrito, a aventura de Cátia começa agora e cabe ao leitor conferi-la.


Uma história sensível, positiva e de mensagem importante, foi o que pude observar nas páginas eletrônicas de “Corações”. Senti-me perto de obras espíritas como Violetas da Janela de Patrícia. Até mesmo do badalado “A Cabana” de Young, observei proximidade, não que o livro seja cópia dos exemplos citados, longe disso, a temática é toda autêntica, mas as mensagens são semelhantes.


Trata-se de um livro de poucas páginas, mas de objetividade surpreendente, feito na medida para os leitores novos. O português limpo da autora Fabiane Ribeiro, conciliado com a mensagem relevante que ela se propõe a passar, tornam “Corações em Fase Terminal” uma obra de beleza singular. Sou adepto totalmente dessa literatura limpa, sensível e de moral bem caracterizada. Em Corações, o leitor aprende com metáforas, ainda que nem se dê conta delas; aprende que há uma segunda chance para mudar o rumo das coisas.
Minha única ressalva ao livro é quanto a brevidade. Sempre acho positivo o autor que consegue dizer muito com pouco, mas acho extremamente difícil mestrar neste quesito. É complicado ser objetivo sem ser breve e talvez “Corações” tenha sido breve em alguns pontos. A relação de Cátia com sua família ao final do livro me pareceu pouco explorado e o leitor (pelo menos eu) esperava muito desse desfecho. Queria conhecer mais da nova Cátia, fora da Cidade dos Corações.
Isso não desaprecia a obra, tampouco a habilidade da autora, afinal ela me mostrou uma literatura rica em poucas palavras. É isso que busco no que leio, histórias intensas de português moderno, gostoso e que valorizem minha posição como leitor crítico. Imaginar, nós sabemos e a Fabiane confiou na nossa imaginação. O resultado foi mágico.
Fica a dica e a resenha!
Quer comprar e conferir pessoalmente do que estou falando? Entre em contato com a autora:
Veja o Book trailer do livro:


By Paul Law
domingo, 30 de outubro de 2011

postheadericon A Literatura Nova


Como vão caríssimos amigos do Blog Confissões Literárias? Eu espero que bem! Antes de começar a postagem da nossa coluna Confissão Literária, eu gostaria de fazer um agradecimento público à Mariana Ribeiro, nossa amiga escritora e blogueira responsável pelo CL. O agradecimento tem a ver com a ajuda preciosa que ela vem dando com meu livro La Bandida. Até estou na janelinha de autores do blog, não é legal?

Pois vamos à postagem, certo? Nós, como leitores estamos lendo livros diferentes ultimamente. Livros rápidos, intensos, objetivos e emocionantes, tem reparado? Seja os fantásticos ou os românticos, a intensidade é que tem sido valorizada ultimamente e eu chamo esta característica de atributo da Literatura Nova.

A Literatura Nova, como o próprio nome diz, é a literatura atual, cuja finalidade é entreter imediatamente, sem rodeios, sem floreios e de forma intensa. Consiste em leitura objetiva, de português limpo, simples. Ela pode ser observada em muitos livros atuais e vocês podem me ajudar com exemplos. Eu posso citar a série Crepúsculo, Harry Potter e Cowboys & Aliens. São livros que se confundem com cinema, é literatura multimídia, é Literatura Nova.

Salvo melhor juízo, os livros estão mais próximos de outras mídias de entretenimento. Há uma ligação interessante entre literatura e cinema, isso é visível, mas o que não se tem observado é que a literatura está parecida com o filme, com o quadrinho ou com o desenho. Os leitores e escritores de hoje são produtos da cultura televisiva; da era do vídeo e da interatividade. Isso, amigos, reflete na literatura e a transforma.

Estamos na era dos livros menos grossos, dos livros auditivos, dos livros eletrônicos. Os leitores, cansados da complexidade cotidiana estão buscando a objetividade e simplicidade no entretenimento. Nós queremos uma vida mais simples, mesmo que não tenhamos consciência plena desta necessidade.

Vislumbro futuro próximo em que os livros serão simples, de português limpo e leitura veloz Terão trilha sonora específica para cada momento de leitura, cheiro e recursos audiovisuais diversos. É o futuro, é a Literatura Nova, simples, sem frescuras e bonita.

Até a próxima! 
Abraços!
sábado, 15 de outubro de 2011

postheadericon Confesso que gostei: Zarak, o Monstrinho de Alec Silva


Bom, antes de tudo gostaria de agradecer a todos que comentam as postagens da coluna Confissão Literária aqui do blog. Obrigado, pessoal! Hoje vamos valar um pouquinho do livro Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas do jovem autor Alec Silva, lançamento fresquinho da editora Multifoco.




Há muito venho acompanhando a luta do escritor Alec Silva para ver o seu sonho realizado. Autor de grande produção, ainda que as adversidades da vida cotidiana digam-lhe para ir mais devagar, ele se nega a produzir menos e eu o compreendo. Com o objetivo que sintetiza este texto, ele começou sua jornada de escrever mil livros. Zarak, o monstrinho e outras noveletas fantásticas é o seu primeiro.

O livro trata-se de uma coletânea de contos fantásticos cuja temática envolve sempre uma “moral”, um ensinamento. As vezes evidente, outras de interpretação, os contos são ambientados em mundos fantásticos povoados por criaturas incomuns. A primeira criatura a ser apresentada é o monstrinho Zarak, o homenageado no título do livro.

Zarak é a personificação da imaginação do autor, um símbolo que marcar tempos passados, quando era mais fácil imaginar e sonhar. Hoje o autor é ludibriado por um mundo de aparências e visual demais, assim como acontece com a gente. A diferença entre nós e ele, trata-se de Zarak, o monstrinho que visita-lhe e desperta-o para a realidade dos sonhos. Agora inspirado pela criatura mágica, Alec pode brindar-nos com histórias incríveis, ambientadas em mundo nunca vistos e de mensagens relevantes.

Os contos são de capítulos curtos, bem estruturados e de leitura agradável. A técnica de fragmentação dos capítulos é bem aplicada, ajudando a não cansar o leitor. Os capítulos terminam com grande expectativa e é quase inevitável iniciar a leitura do próximo.

Visualmente o livro é bonito, de capa colorida que expressa muito bem toda a magia dos contos. Moderno, bem acabado e de orelhas eficientes. A editora em questão tem se destacado pela qualidade visual dos seus livros, que são simples mas muito bem feitos.

Há alguns erros nas páginas dos livros, mas eles não conseguem desmerecer a obra. O sentido dos contos estão preservados e a maneira objetiva de narrar do autor nos faz ignorá-los. Fiquei impressionado com a facilidade de dizer do autor, de explicar o que é preciso e nos deixar imaginar o resto. Enfim, ter os olhos nas páginas de Zarak, o monstrinho e outras noveletas fantásticas, foi tudo o que a minha expectativa tinha me adiantado. Um livro mágico de mensagem importante e de sonhos…

Fica a dica.

Para comprar o livro:

Para conhcer o autor:


Para adicionar no Skoob:
http://www.skoob.com.br/estante/livro/11902000


By Paul Law.

sábado, 24 de setembro de 2011

postheadericon Seja antropófago aqui mesmo.


Já dizia o ilustre Oswald de Andrade que é preciso consumir o que há de melhor na cultura alheia, especificamente na literatura estrangeira. Que regionalismo, nacionalismo, eram ideias obsoletas, parnasianas. Ele estava correto e continua estando, hoje mais do que ontem.

O que venho dizer hoje, em nossa coluna Confissão Literária, é que podemos consumir o melhor sem precisar sair do pais. Há novos autores nacionais que merecem ser “comidos”. Vou dar alguns exemplos e sugestões:





Inverso a este raciocínio, o mercado literário atual vem sendo fomentado por “índios comuns estrangeiros”. Os guerreiros de valor estão distantes e comemos qualquer coisa que nos é imposto. Não generalizo uma coisa em detrimento de outra, longe disso. A intenção é mostrar que temos nossos próprios “guerreiros virtuosos”, nossos autores formidáveis.

Meu respeito aos índios estrangeiros de grande virtude fica registrado.

Há mais (tantos que não caberiam nessa postagem) novos autores nacionais que merecem ser comidos para que suas virtudes sejam adquiridas por nós. Sito mais alguns:






E a lista vai longe, formada por autores que já publicaram, que estão publicando, que publicarão.
Que tal sermos antropófagos dessa literatura?


By Paul Law.
sábado, 3 de setembro de 2011

postheadericon Confesso que gostei: 7:06 de Fagner JB


Olá amigos do blog Confissões Literárias! Antes de tudo, gostaria de pedir desculpas pela impontualidade com as postagens. Não é relevante, mas minha rotina de trabalho tem me impedido de fazer o que gosto com a frequência desejada. Mas vamos levando…
Continuando com a nossa coluna Confissão Literária, vamos falar um pouco sobre o livro 7:06 de prodígio autor Fagner JB. Eu li, gostei e estou recomendando. Eis o link para comprá-lo:

O livro que menciono faz uso de uma técnica inusitada para prender o leitor, ele possui vários núcleos distribuídos em capítulos, num roteiro bem trabalhado e coerente. Explico: Aparentemente os capítulos são fechados, ou seja, contam a história de um ou mais personagens, num determinado contexto, mas que depois passa a fazer parte do contexto de algum outro capítulo posterior, num jogo alucinante de quebra-cabeça. Não é um livro ameno, fácil, tampouco de leitura superficial. Pelo contrário, trata-se de um livro profundo, de interpretação e que retrata a sociedade atual com seus defeitos mais visíveis e suas soluções. É de se pensar. A técnica de roteirização do autor é impecável.
Ficou curioso? Eis aqui quatro capítulos do livro para leitura gratuita:
O mundo literário está em evidente mudança e autores visionários têm desbravado caminhos nunca antes pensados, tanto em técnica literária quanto em forma de publicação. Quis trazer essa realidade para vocês leitores (e para mim que também leio!). O sistema usado pelo autor para publicar sua obra é muito interessante e aconselho a todos darem uma olhadinha nas obras disponíveis na loja virtual da Perse:
Fica a confissão! Abraços!

sábado, 13 de agosto de 2011

postheadericon Leitura on line!

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Olá amigos do blog Confissões Literárias, como estão? Eu espero que estejam todos bem. Dando continuidade às nossa coluna Confissão Literária, minha postagem de hoje refere-se a um espaço gratuito para leitura on line. Entendo que muitas pessoas não podem comprar todos os livros que tem vontade de ler e é pensando nisso que o Livros On! foi criado:


São centenas de títulos novos, clássico e nacionais. Tudo o que o pessoal está lendo atualmente você encontra no Livros On!, não é bacana? O site utiliza a plataforma de leitura digital do site Issuu o que torna a leitura muito dinâmica. Parece mesmo que estamos com um livro de verdade na tela do nosso computador.

A ideia do site não é obter lucro com obra alheia, mas sim possibilitar a leitura para quem não tem condições de adquirir livros. Recomendo que se você puder comprar o livro que está lendo de forma gratuita, que o faça para ajudar o autor. Acho a divulgação muito importante e sou da opinião de que mais vale ser lido do que proibir a distribuição gratuita de livros. O retorno acaba vindo de outras maneiras, não é verdade?

Eu estou no Livros On! com meus livros:

E não sou o único autor novo que por lá se encontra! Outro ponto importante é que o Livros On! mescla de forma interessante os livros famosos com livros de autores novos. Assim, quem procura o livro famoso, acaba achando também livros novos de autores talentosos que estão tantando um espaço literário. 

Prestigie todos! 

Abraços! 
domingo, 31 de julho de 2011

postheadericon Leia livro novos de verdade!


Olá amigos e amigas do blog Confissões Literárias, como vão? Espero que bem… Continuando com nosso papo aqui na coluna Confissão Literária, vamos falar um porquinho de livros novos.
Com as possibilidades advindas da internet, ler tem se tornado cada vez mais fácil. Autores estão próximos de seus leitores, estão dividindo suas ideias como velocidade. Vi, outro dia, que editoras internacionais estão lançando seus livros no meio digital primeiro para depois investir na publicação tradicional. O investimento depende da repercussão da obra na internet. Isso já é uma realidade.
Com esta ideologia, hoje vou apresentar um portal em que podemos ler obras novas, produzidas e em produção. Eis o link do Novos Autores.com:
Já falei dele lá no meu blog. Na época o portal estava estreando, mas hoje, já conta com inúmeros membros e ótimos livros. O mais bacana é que qualquer um pode se cadastrar e começar a compartilhar experiência de leitura e opinião. Leitores e autores juntos.
O formato do site foi baseado em “rede social”, ou seja, a interação entre pessoas está garantida. Uma oportunidade válida para conhecermos o trabalho de escritores novos.

Está esperando o que para conferir?
Eu estou por lá e me adicione como amigo.


Abraços. 
Paul Law.

sábado, 16 de julho de 2011

postheadericon Livros para o final de semana



Olá, amigos do blog Confissões Literárias! Gostaria de pedir desculpas por ter falhado com as postagens nas últimas duas semanas. É que precisei organizar algumas coisas e acabei não conseguindo atualizar as postagens da Coluna Confissão Literária. Mas, hoje tenho coisa boa pra confessar.

Gosta de ler obra de qualidade? De pagar preço bom? Bem, se sua resposta foi “sim”, como acho que foi e como seria as minhas respostas também, tenho uma dica muito bacana. Trata-se do espaço virtual da novíssima editora Petra Lumen:

Por lá você vai encontrar livros de qualidade e autores da nova geração literária deste país. Só para você ter uma ideia, o autor Rochett Tavares e sua comentada obra Criaturas, estão por lá. Eu já tinha ouvido ótimas críticas sobre o livro deste autor e fiquei muito contente de saber que ele está acessível pela Petra Lumen.

Tem mais gente boa. Tenho muita curiosidade de ler Escola do Medo da autora Ieda Silva. Achei a sinopse muito legal e a capa bem feita. A autora, com quem tive a oportunidade de conversar, é muito simpática. Este livro é o primeiro que irei encomendar. 

Lembra de Fúria Lupina do Alfer Medeiros? Ele também está na editora. Tem também Sub Tuum Praesidium de Júlio Barozo. Há, ainda, o romance de estreia do autor Alec Silva, Ariane, que eu sempre tenho falado. É interessante como o Alec acabou se juntando com um grupo muito bom. Ah, o livro Ariane ainda não está disponível para compra. Ele será lançado em agosto.

O mais bacana de tudo isso é o fato de todos os livros da Petra Lumen ter preço único. Sabe qual é o preço? R$25,00 (vinte e cinco reais), incluso frete. Achei a iniciativa muito competente e consciente. Eles estão visando os leitores e têm tudo para dar certo. Estou na torcida e encomendando meus livros!

Um abraço. 
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