quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Resenha Internacional: Take me There por Carolee Dean
Take me there
Carolee DeanEditora: Simon Pulse
ISBN: 9781416989509
Publicação: 1ª Ed. 2010
Gênero: YA Book
Gênero: YA Book
Páginas: 327
Idioma: Inglês
Sinopse Traduzida: Dylan tem um passado Bad Boy e um registro criminal. Ele sabe que a linda e rica Jess é muito para ele – mas ela sempre foi a única pessoa que viu através do seu duro exterior e direto para o seu coração, e ele esteve perdidamente apaixonado por ela desde a primeira vez que eles se encontraram. Ele mudaria sua vida por uma chance com ela. Mas os problemas seguem Dylan onde quer que ele vá e um mortífero erro logo o força a pegar a estrada e deixar os seus sonhos para trás. Ele está correndo em busca de respostas – respostas para questões que ele desejou que nunca tivesse perguntado.
OI GENTE! Olha eu aqui de novo depois de séculos! Haha. Eu custo, mas sempre apareço quando eu leio algo que me faz pensar logo no ‘Confissões Literárias’ e ‘Take me There’ foi assim. LIVRO ótimo que me fez correr para escrever uma resenha enquanto as emoções estavam frescas... vamos lá? A combinação Road Trip + Bad Guy + relacionamentos conflituosos foi o que me chamou atenção na hora de escolher o livro. Eu tenho uma queda por esse tipo de história. Eu esperava uma leitura que me entretece por um tempo, mas não esperava nada grandioso. Afinal, é uma mistura bem comum no mundo YA. Sem crítica, já que fica bem claro, eu adoro! Mas eis que o livro me surpreendeu bastante mesmo com a temática meio batida. A verdade é que só aparenta ser igual aos outros.
O livro é MARAVILHOSO! {♥} Foi uma ótima mudança, tudo ficou mais real. Isso porque a autora optou não por uma Road entre apaixonados, mas por uma ‘Road Trip’ angustiante. Não uma Road Trip como uma opção do protagonista em está lá, mas porque ele tinha que fazer isso. A viagem não deixa de levar o leitor com as descrições e paradas e que acabam por deixar o gostinho de ‘viajei junto também’, mas é uma jornada difícil por tudo o que o Dylan viveu e está vivendo. E a viagem acaba sendo mais pela vida de Dylan do que um passeio turístico. Na viagem, Dylan relembra da vida dele. Dos momentos tristes com a família, mas também dos momentos felizes, principalmente ao lado de Jem, a garota que sempre foi demais para o cara errado que ele se considera. Por isso, sim, tem o romance. E a autora optou por intercalar momentos na estrada e momentos ‘flash backs’. Entre esses capítulos existem também passagem de uma espécie de diário do pai de Dylan (dolorido viu) e poemas que o próprio Dylan escreve (emocionantes). Dylan.
Não posso deixar de comentar o que mais me surpreendeu no livro. Ele é o Bad Boy mais diferente e bem construído que eu já li nesse estilo, porque o mais importante nele não é o estereótipo em que ele é incluído, mas sim o que transformou ele no que é. A história dele. Eu fiquei comovida (sou emotiva!) pelas dificuldades que ele enfrentou e que enfrenta (já que o momento da narrativa é tensa). Pela família desestruturada, pela história do pai, por ele não saber ler direito... Ai gente... Sofri! =x
Não vou fazer um resumo da história porque é bem mais legal ler só com a sinopse e eu me conheço, vou acabar soltando spoiler, mas se quiser saber mesmo assim... Procure-me AQUI que eu respondo. A realidade que eu falei anteriormente? É mais ainda evidente com o final, que mais uma vez doeu. Sofri novamente, mas concordei depois de um tempo de apreciação. A vida real não é fácil! E o final evidencia muito bem isso. O livro é totalmente recomendado! Se você ler em inglês não perca tempo! Infelizmente não tenho notícia de compras do direito do livro no Brasil, o que é uma pena. Tem uns livros tão ruins sendo lançados por ai quando existem tantos outros que valem muito mais a pena! #eucrítica.
O livro é MARAVILHOSO! {♥} Foi uma ótima mudança, tudo ficou mais real. Isso porque a autora optou não por uma Road entre apaixonados, mas por uma ‘Road Trip’ angustiante. Não uma Road Trip como uma opção do protagonista em está lá, mas porque ele tinha que fazer isso. A viagem não deixa de levar o leitor com as descrições e paradas e que acabam por deixar o gostinho de ‘viajei junto também’, mas é uma jornada difícil por tudo o que o Dylan viveu e está vivendo. E a viagem acaba sendo mais pela vida de Dylan do que um passeio turístico. Na viagem, Dylan relembra da vida dele. Dos momentos tristes com a família, mas também dos momentos felizes, principalmente ao lado de Jem, a garota que sempre foi demais para o cara errado que ele se considera. Por isso, sim, tem o romance. E a autora optou por intercalar momentos na estrada e momentos ‘flash backs’. Entre esses capítulos existem também passagem de uma espécie de diário do pai de Dylan (dolorido viu) e poemas que o próprio Dylan escreve (emocionantes). Dylan.
Não posso deixar de comentar o que mais me surpreendeu no livro. Ele é o Bad Boy mais diferente e bem construído que eu já li nesse estilo, porque o mais importante nele não é o estereótipo em que ele é incluído, mas sim o que transformou ele no que é. A história dele. Eu fiquei comovida (sou emotiva!) pelas dificuldades que ele enfrentou e que enfrenta (já que o momento da narrativa é tensa). Pela família desestruturada, pela história do pai, por ele não saber ler direito... Ai gente... Sofri! =x
Não vou fazer um resumo da história porque é bem mais legal ler só com a sinopse e eu me conheço, vou acabar soltando spoiler, mas se quiser saber mesmo assim... Procure-me AQUI que eu respondo. A realidade que eu falei anteriormente? É mais ainda evidente com o final, que mais uma vez doeu. Sofri novamente, mas concordei depois de um tempo de apreciação. A vida real não é fácil! E o final evidencia muito bem isso. O livro é totalmente recomendado! Se você ler em inglês não perca tempo! Infelizmente não tenho notícia de compras do direito do livro no Brasil, o que é uma pena. Tem uns livros tão ruins sendo lançados por ai quando existem tantos outros que valem muito mais a pena! #eucrítica.

















