segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Resenha: O dia da caça por James Patterson
James Patterson
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580410198
Categoria: Policial
Edição: 1ª Ed. 2011
Número de páginas: 224
Sinopse: Alex Cross está diante do criminoso mais cruel que já enfrentou. Quando o detetive Alex Cross é chamado para investigar um caso de assassinato, depara-se com a cena de crime mais terrível que já viu em toda a sua carreira: uma família inteira foi morta dentro de casa. Tudo fica ainda mais chocante quando ele descobre que uma das vítimas é Ellie Cox, sua ex-namorada dos tempos de faculdade. Furioso, Cross decide pegar o assassino a qualquer custo. Logo depois outro crime acontece, novamente envolvendo uma família inteira, só que dessa vez alguns membros dela estavam nos Estados Unidos e outros, na África. A investigação leva a crer que o assassino, conhecido apenas como Tiger, viajou para a Nigéria. Sem hesitar, Cross vai atrás dele. O detetive entra numa caçada implacável, numa terra sem lei. Ao chegar lá, Cross se vê diante de um terrível cenário de miséria, violência e guerra civil iminente. Sem nenhuma ajuda, ele se envolve numa luta contra a corrupção e contra uma conspiração que parece não ter fronteiras, que pode pôr em risco sua vida e a de todas as pessoas que ele ama.
Os mistérios mais difíceis de solucionar são aqueles que você vê que estão perto do fim, pois já não há evidências suficientes nem muito mais a desvendar. A menos que você possa voltar ao início - retroceder e rever tudo. p. 12.
Olá, caros leitores!! A resenha de hoje é sobre o mais recente lançamento da editora Arqueiro. Trata-se do livro O dia da caça, de James Patterson. A leitura deste livro foi bem prazerosa e rápida, num thriller envolvente e repleto de suspense até a última página.
O dia da caça conta a história de Alex Cross, um detetive que perdeu os pais quando tinha apenas 10 anos de idade, e então mudou-se para Washington, D.C., para viver com a avó, Nana Mama. Nana o ajuda a criar os três filhos, Ali, Damon e Jannie desde que a sua primeira esposa, Maria, morreu assassinada num caso nunca solucionado pelas autoridades.
Com uma longa e bem-sucedida carreira na polícia, o detetive Alex, que é também Doutor em Psicologia, mantém um consultório particular e presta serviços ao Departamento de Crimes Hediondos da Polícia Metropolitana. Ele já havia colocado atrás das grades criminosos de grande calibre, mas nada o havia preparado para o que estava por vir.
Logo, Alex Cross se vê diante de um dos piores crimes com que já se deparou em toda a sua carreira: uma família inteira foi morta e brutalmente massacrada dentro de casa. O cenário digno de filmes de terror não deixava dúvidas quanto à crueldade dos assassinos e foram encontrados corpos esquartejados, móveis revirados, janelas e vidros estilhaçados. Uma verdadeira carnificina.
Após descobrir que uma das vítimas foi uma antiga namorada da faculdade, Ellie Cox, Cross tratou o caso como pessoal e estava disposto a capturar o assassino custe o que custasse.
Ele contou com a ajuda de sua atual namorada, a detetive Bree Stone, e deram início a uma série de investigações que os levaram ao submundo de Washington. O que acabaram descobrindo a seguir, os deixaram extremamente perplexos: os responsáveis pelo massacre da família Cox entre outros casos de famílias inteiras que se sucedem posteriormente, são na verdade adolescentes liderados por um mercenário chamado Tiger.
Quando outro crime com as mesmas características de barbárie vitima mais uma família, dando indícios de que o assassino viajou para a África após o serviço, Cross toma uma séria decisão em permanecer no encalço de Tiger, mesmo sabendo dos riscos que correria num país marcado pelas disputas territoriais pela guerra civil. Apesar dos protestos de Bree e de Nana Mama, ele parte para a Nigéria em busca de justiça apesar de ultrapassar a sua jurisdição.
Ao chegar lá, logo ele percebeu que as coisas não seriam nada fáceis e que enfrentaria inimigos ainda mais implacáveis. Capturado, espancado e desprotegido numa terra sem lei, logo Alex descobriria que o criminoso, conhecido apenas como Tiger, não agia sozinho. Na verdade, ele contava com a ajuda de pessoas muito poderosas e influentes que pagavam para silenciar vítimas que sabiam demais e colocariam em risco as suas operações nos locais de conflito.
Alex Cross passou a travar uma batalha pessoal contra a corrupção sem fronteiras. No entanto, quando não se sabe mais quem são os mocinhos e quem são os bandidos na história, não dá para confiar em ninguém mesmo. Alex portanto, estava sozinho naquele empreitada e teria que usar de sua astúcia e inteligência para capturar Tiger e seus garotos delinquentes.
Quem seria o mandante daqueles massacres e quais eram os motivos para tamanha crueldade? Só lendo o livro mesmo para descobrir!! rs Garanto que o leitor irá se surpreender e roer as unhas até os momentos finais da história.
A narrativa é mesmo empolgante e de tirar o fôlego, a história flui super rápido e vale a pena acompanhar Alex Cross em sua caçada pelo continente mais selvagem e intrigante do planeta. Vale ressaltar que o cenário escolhido por James não poderia ter sido melhor. A África tem um longo histórico marcado pelas guerras civis, violência urbana, miséria e corrupção, alimentadas por companhias petrolíferas, diamantes de sangue, corporações gigantescas e facções. Era o terror alimentado pela ganância e busca pelo poder, onde não havia respeito à dignidade humana, muito menos aos Direitos Humanos.
Os personagens são ambíguos, o que torna ainda mais intrigante o fato de não parecerem nem um pouco confiáveis durante a caçada implacável de Alex por Tiger. O mais deplorável na história foi constatar que os meninos aliciados pelo assassino não tinham empatia alguma pelos seus semelhantes e o nível de sociopatia era alarmante entre eles. Eles não tinham família, não tiveram oportunidade alguma de viver dignamente e como tantos outros num país de Terceiro Mundo marcado pela corrupção e violência, eram abandonado à própria sorte. Entretanto, seus crimes hediondos passavam a segurança de ficarem impunes, por isso não se importavam em deixar rastros e impressões nos locais para as autoridades.
Recomendo O dia da caça a todos os leitores que apreciam livros policiais de qualidade e com muita ação em um ambiente investigativo. Vale a pena conferir!
Com uma longa e bem-sucedida carreira na polícia, o detetive Alex, que é também Doutor em Psicologia, mantém um consultório particular e presta serviços ao Departamento de Crimes Hediondos da Polícia Metropolitana. Ele já havia colocado atrás das grades criminosos de grande calibre, mas nada o havia preparado para o que estava por vir.
Logo, Alex Cross se vê diante de um dos piores crimes com que já se deparou em toda a sua carreira: uma família inteira foi morta e brutalmente massacrada dentro de casa. O cenário digno de filmes de terror não deixava dúvidas quanto à crueldade dos assassinos e foram encontrados corpos esquartejados, móveis revirados, janelas e vidros estilhaçados. Uma verdadeira carnificina.
Após descobrir que uma das vítimas foi uma antiga namorada da faculdade, Ellie Cox, Cross tratou o caso como pessoal e estava disposto a capturar o assassino custe o que custasse.
Ele contou com a ajuda de sua atual namorada, a detetive Bree Stone, e deram início a uma série de investigações que os levaram ao submundo de Washington. O que acabaram descobrindo a seguir, os deixaram extremamente perplexos: os responsáveis pelo massacre da família Cox entre outros casos de famílias inteiras que se sucedem posteriormente, são na verdade adolescentes liderados por um mercenário chamado Tiger.
Quando outro crime com as mesmas características de barbárie vitima mais uma família, dando indícios de que o assassino viajou para a África após o serviço, Cross toma uma séria decisão em permanecer no encalço de Tiger, mesmo sabendo dos riscos que correria num país marcado pelas disputas territoriais pela guerra civil. Apesar dos protestos de Bree e de Nana Mama, ele parte para a Nigéria em busca de justiça apesar de ultrapassar a sua jurisdição.
Ao chegar lá, logo ele percebeu que as coisas não seriam nada fáceis e que enfrentaria inimigos ainda mais implacáveis. Capturado, espancado e desprotegido numa terra sem lei, logo Alex descobriria que o criminoso, conhecido apenas como Tiger, não agia sozinho. Na verdade, ele contava com a ajuda de pessoas muito poderosas e influentes que pagavam para silenciar vítimas que sabiam demais e colocariam em risco as suas operações nos locais de conflito.
Alex Cross passou a travar uma batalha pessoal contra a corrupção sem fronteiras. No entanto, quando não se sabe mais quem são os mocinhos e quem são os bandidos na história, não dá para confiar em ninguém mesmo. Alex portanto, estava sozinho naquele empreitada e teria que usar de sua astúcia e inteligência para capturar Tiger e seus garotos delinquentes.
Quem seria o mandante daqueles massacres e quais eram os motivos para tamanha crueldade? Só lendo o livro mesmo para descobrir!! rs Garanto que o leitor irá se surpreender e roer as unhas até os momentos finais da história.
A narrativa é mesmo empolgante e de tirar o fôlego, a história flui super rápido e vale a pena acompanhar Alex Cross em sua caçada pelo continente mais selvagem e intrigante do planeta. Vale ressaltar que o cenário escolhido por James não poderia ter sido melhor. A África tem um longo histórico marcado pelas guerras civis, violência urbana, miséria e corrupção, alimentadas por companhias petrolíferas, diamantes de sangue, corporações gigantescas e facções. Era o terror alimentado pela ganância e busca pelo poder, onde não havia respeito à dignidade humana, muito menos aos Direitos Humanos.
Os personagens são ambíguos, o que torna ainda mais intrigante o fato de não parecerem nem um pouco confiáveis durante a caçada implacável de Alex por Tiger. O mais deplorável na história foi constatar que os meninos aliciados pelo assassino não tinham empatia alguma pelos seus semelhantes e o nível de sociopatia era alarmante entre eles. Eles não tinham família, não tiveram oportunidade alguma de viver dignamente e como tantos outros num país de Terceiro Mundo marcado pela corrupção e violência, eram abandonado à própria sorte. Entretanto, seus crimes hediondos passavam a segurança de ficarem impunes, por isso não se importavam em deixar rastros e impressões nos locais para as autoridades.
Recomendo O dia da caça a todos os leitores que apreciam livros policiais de qualidade e com muita ação em um ambiente investigativo. Vale a pena conferir!
Espero que tenham gostado da resenha e fiquem à vontade para comentar e expressar a opinião de vocês a respeito do livro!!
Até à Próxima!!













